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quinta-feira, 14 de março de 2019

Etiópia: A missão de um comboniano entre a história e a lenda

O padre espanhol Juan González Núñez, escritor e antropólogo, de 75 anos, permanece ao lado do povo que lhe foi confiado há cerca de quarenta anos e que hoje chora as vítimas do desastre aéreo
Quando foi ordenado em Valência em 1968, o padre Juan González Núñez sonhava em salvar as almas na África, mas teve que esperar sete anos, porque a congregação comboniana o destinou à formação dos jovens seminaristas, "falando de uma missão que só tinha visto com a imaginação". Depois foi mandado para a Etiópia e desde então nunca abandonou o país. Hoje chora junto com população as vítimas do acidente aéreo de domingo: 157 pessoas morreram no colapso do Boeing da Ethiopian Airlines, entre as quais oito italianos, alguns missionários como ele ou rapazes muito jovens que desenvolviam com dedicação um trabalho de voluntariado…
( Acho que as nossas vidas se cruzaram em MONCADA em 1965…)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Comboniano retorna para Missão no Congo aos 80 anos - Pe. Lorenzo Farronato

...Tentei dar sentido à minha vida e despertar o anseio por Deus ao tornar o evangelho conhecido. Embora tenha tentado fazer o melhor possível, Jesus me ensina a dizer: “Sou um servo inútil, me coloco nas mãos de seu amor misericordioso. Eu confio em ti!”...
...Agora volto feliz à minha missão ao serviço dos últimos...

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vietname: Bispos a favor de Comboni 12 de Novembro de 2018

Presidente e o Secretário da Conferência episcopal do Vietname enviaram à Santa Sé o pedido oficial para que São Daniel Comboni seja introduzido no calendário universal da Igreja católica, de modo a que a sua memória litúrgica seja celebrada por toda a parte na Missa e na Liturgia das Horas do dia 10 de outubro…

Eu espero que a primeira conferência episcopal a fazer tal pedido tenha sido a do SUDÃO.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Um anjo no céu 30 de Outubro de 2018 - JIM


O grupo Jovens em Missão (JIM) tem um anjo no Céu: Joana Leandro, 22 anos, da paróquia de Lavre, membro do JIM, Fé e Missão Sul. No Natal+ 2017, sobressaiu pela sua alegria, generosidade no serviço, capacidade de fazer amigos. Quando lhe pedi para dar o seu testemunho de “missionária” na Eucaristia final, ficou admirada, mas aceitou e fê-lo com coragem, convicção e um sorriso de humor. Toda a assembleia a aplaudiu. A sua vida foi um desafio para todos. Estudante na escola superior de educação em Santarém, era “a vida da paróquia” de Lavre, como disse o pároco, e continuava ligada ao JIM. “P. Carlos, tenho aqui livros e roupas boas que podíamos mandar para Moçambique. Pode vir buscá-las?”, foi a última mensagem que tinha recebido dela, com o coração sempre em missão.

O nosso anjo partiu para o Céu no dia 15 do mês missionário de Outubro, vítima dum acidente de viação. Estivemos no seu funeral e voltaremos a Lavre no dia de todos os Santos, 1 de Novembro. Vamos celebrar a sua vida e missão e pedir as bênçãos de Deus por sua intercessão, ela que do Céu nos ilumina e vela por nós.
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sábado, 8 de setembro de 2018

Uganda, a missão dos Missionários Combonianos no maior campo de refugiados do mundo


Uganda, a missão dos Missionários Combonianos no maior campo de refugiados do mundo



Bidi Bidi acolhe internamente um milhão de refugiados. A experiência do Padre Pasolini cinquenta anos que, há cinquenta anos, atua no país africano









PUBLICADO em 02/09/2018

LUCA ATTANASIO

ARUA



Com cerca de 1,5 milhão de refugiados acolhidos dentro do país, a Uganda conquistou em 2017 o segundo lugar – empatada com o Paquistão – no ranking dos países com maior número de refugiados. Na frente deles, apenas a Turquia (3,5 milhões). De 01 de janeiro de 2018 até à data, nos mesmos meses em que na Itália se temiam invasões fantasmas (8.100 chegadas, 81% menos que no mesmo período de 2017) e que se faziam preparativos para defender a União toda Europeia de improváveis devastações (ao todo, incluindo a Itália, 62 mil migrantes atingiram o território continental, dos quais 16 mil na Grécia e 28 mil na Espanha), centenas de milhares de pessoas desesperadas, em grande parte fugindo do Sudão do Sul, do Congo e do Burundi, atravessaram as fronteiras da Uganda. Superado um período de guerra longo e violentíssimo, este país da África centro-ocidental, com cerca de 45 milhões de habitantes, vive uma fase de relativa estabilidade e destaca-se entre os Estados mais dispostos a acolher. No extremo noroeste do país, no distrito de Yumbe, está localizado o campo de refugiados de Bidi Bidi, o maior assentamento deste tipo no mundo: 282.000 pessoas deslocadas estão acomodadas em abrigos improvisados ​​numa área de 230 quilômetros quadrados.



Como podem tantas pessoas viver assim? Quais são as necessidades e as esperanças? Foi o que perguntámos ao padre Tonino Pasolini, missionário comboniano da diocese de Arua (região onde fica o campo), diretor da emissora Radio Pacis, que desde há muitos anos visita e conhece  Bidi Bidi.

"A minha diocese é a que mais acolheu refugiados no mundo: em dois anos e meio, chegaram mais de um milhão; e a população, que até 2014 era de 1,4 milhão de habitantes, quase duplicou. Dentro do nosso território fica Bidi Bidi, que parece uma cidade. No início, o Unhcr*, que não esperava êxodos tão maciços, destinava cinquenta metros quadrados a cada família. Mais tarde, quando foram atingidos picos de entradas de 6/7 mil pessoas por mês, os espaços familiares foram reduzidos e o campo expandiu-se de forma exponencial".



Padre, o senhor visita regularmente este campo, quais são as condições da vida?

"Felizmente, o Unhcr está fazendo um bom trabalho e a situação no campo é bem gerida. Claro que as necessidades são imensas. A mais imperiosa é a água porque estamos numa zona seca e por isso é preciso transportá-la em caminhões-tanque depois de retirá-la do Nilo. Mas a distribuição, para cerca de 300 mil pessoas, não é certamente simples. Cerca de 82%  da população dos acampamentos é constituída por mulheres e crianças e, naturalmente, a escolarização é um dos maiores problemas a enfrentar. O campo existe desde há dois anos e meio; no começo não havia qualquer possibilidade de atender as crianças. Nos últimos tempos surgiram as primeiras escolas dentro do campo, então esperamos que de agora em diante as coisas melhorem. De qualquer forma, todos querem voltar para casa. Estão exaustos devido aos anos de guerra e  de fome que os forçaram a se mudar de um lugar para outro, mesmo tendo uma casa".



Como reagiu a população autóctone a esta chegada impressionante de refugiados?

"Os ugandeses estão mostrando uma grande capacidade de acolhimento. A Uganda pode realmente andar de cabeça erguida, e eu, que estou há mais de cinquenta anos neste país e me sinto ugandês, estou orgulhoso dos meus concidadãos. Provavelmente todos aqui se lembram dos terríveis anos de guerra durante os quais eram os ugandeses que fugiam e pediam asilo no Sudão ou no Congo; e por isso sabem o que significa sentir-se ou não sentir-se acolhidos. De qualquer modo, deixe-me dizer uma coisa: vejo tanta agitação na Itália e na Europa por causa de alguns milhares de pessoas que pedem asilo e acho que se deveria tomar como exemplo a Uganda, um país que, com todos os seus problemas, consegue ser aberto e hospitaleiro".



Como vocês respondem às necessidades sociais e pastorais dos refugiados?

"A esmagadora maioria dos refugiados Bidi Bidi é sul-sudanesa, portanto cristãos. Mas para nós religiosos, sacerdotes, é muito difícil chegar ao campo, que fica numa área remota e bastante isolada. O Bispo de Arua, Sabino Ocan Odoki, é muito sensível aos problemas dos refugiados e todos nós, incluindo um punhado de missionários que estavam no Sudão do Sul e agora se instalaram na diocese, tentamos fazer o possível para visitar o campo. Consegue-se celebrar a Missa menos de uma vez por mês. O mais positivo é que os fiéis estão se organizando e nomearam uma série de catequistas que atuam como coordenadores pastorais nos campos. Mas nós fazemos outro tipo de trabalho pastoral que é igualmente eficaz...".



Qual?

"Eu dirijo três estações de rádio, chamadas Radio Pacis, que atingem 10 milhões de pessoas no norte da Uganda e chegam até ao Congo e ao Sudão do Sul (onde são falados dialetos comuns ou similares), e que são muito escutadas dentro dos campos. Fazemos transmissões em que participam representantes dos refugiados, da agência, ligada ao gabinete do primeiro ministro, encarregada da situação nos campos, do Unhcr e da Caritas ou World Vision**. Falamos de problemas reais como água, saúde, sementes para cultivo e damos voz às necessidades primárias procurando promover um clima de harmonia e diálogo construtivo. Transmitimos, a cada três horas, programas que falam exclusivamente dos campos de refugiados e das pessoas que lá vivem. Desta forma ajudamos, por um lado os refugiados que podem falar dos seus problemas, por outro os cidadãos ugandeses para que compreendam o sofrimento dos refugiados e sintam empatia. Agora estou procurando patrocinadores para lançar uma quarta estação, localizada a 5 km do Sudão do Sul, que se ocupe especialmente com a questão dos refugiados e que, graças a uma penetração de cerca de 400 km dentro do Sudão do Sul, funcione como um meio de comunicação entre os sul-sudaneses de ambos os lados da fronteira. Não é necessário muito dinheiro, mas o resultado seria muito importante porque pode favorecer a reconciliação, pode fazer ouvir ao mundo a voz dos refugiados. Para nós, a rádio é um verdadeiro instrumento de paz".



* United Nations High Commissioner for Refugees. Em português, ACNUR - Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

**A World Vision (Visão Mundial) é uma organização não governamental internacional de ajuda humanitária, baseada em princípios do cristianismo e fundada em 1950, na Califórnia.







sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Testemunho de Irmã comboniana que vive na RD Congo há 37 anos 23 de Fevereiro de 2018

A irmã Maria Celeste Rodrigues, missionária na República Democrática do Congo há 37 anos, afirma que a Jornada de oração e jejum pela Paz convocada hoje pelo Papa Francisco vai ajudar a “alertar” para a realidade no país africano...

A irmã Maria Celeste Rodrigues, que está neste momento na cidade do Porto, em recuperação, espera regressar este ano ao Congo, com vontade de “dar alguns anos a África”

A religiosa que vai celebrar 72 anos no próximo dia 13 de junho, foi para a República Democrática do Congo em 1971 para trabalhar numa missão com os pigmeus, “uma tribo minoritária, ainda muito descriminada”.

Depois de quatro anos neste serviço, dedicou-se ao ensino de Religião e Moral nas escolas secundárias; os últimos quatro anos foram vividos perto de Kinshasa, a capital, onde estava a ter uma “experiência positiva” na casa de formação das Postulantes.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

CÂNTICO PARA A QUARESMA - Olindo Marques

Depois do Natal (cântico 106º), temos a Quaresma, tempo de oração e penitência.
Aos meus amigos, esperando que possa ser útil, ofereço o cântico para a Quaresma "Ó meu Deus, meu Salvador" (Anexo). É o 107º (15º pós-Cantate Laudate!).
Como de costume, está com outros gratuitos em:
 
                  http://cantate-laudate.webnode.pt  (ou simplesmente escrever no Google Cantate Laudate )
 
Abraços e uma santa Quaresma que prepare uma feliz Páscoa!
 
Olindo Marques

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Padre comboniano intervém no Parlamento Europeu 19 de Dezembro de 2017

No passado dia 22 de Novembro, o P. Giulio Albanese falou no Parlamento Europeu, em Bruxelas, a convite do presidente Antonio Tajani.

Foi-lhe pedida uma reflexão sobre a África em vista da quinta Cimeira entre os Chefes de Estado e de Governo dos dois continentes (29 e 30 de Novembro, em Abidjan, Costa do Marfim), sobre o tema “Investir na juventude por um desenvolvimento sustentável”.

Aos líderes da África e da Europa, o missionário recordou que “à globalização dos mercados deve necessariamente corresponder a globalização dos direitos dos povos”.

Aqui o texto completo do seu discurso, em italiano.

Fonte: Comboni.org

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Jesús Ruiz Molina foi ordenado bispo auxiliar de Bangassou 17 de Novembro de 2017

O missionário comboniano de Burgos, Jesús Ruiz Molina, foi ordenado bispo auxiliar de Bangassou, no passado dia 12 de novembro, na República Centro-Africana. A celebração ocorreu em Bangui, porque à sua nova cidade só se pode chegar de helicóptero...
Depois de ter passado pelo Chade e pela cidade centro-africana de Mongoumba, Jesús Molina aceitou ser destinado a um lugar marcado seriamente pela violência de uma guerrilha sem fim para colaborar com o bispo titular D. Juan José Aguirre Muñoz, outro comboniano espanhol, a encontrar caminhos para a paz, a reconciliação e a servir os mais pobres.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Brasil: Comboniano vence Prémio Empreendedor Social por trabalho em prisão humanizada

Valdeci António Ferreira, Diretor Executivo da «Fraternidade Brasileira de Assistência aos Encarcerados» (FBAC), é o vencedor da 13ª edição do «Prêmio Empreendedor Social».

Voluntário há mais de 30 anos, Valdeci Ferreira é fundador dos Leigos Missionários Combonianos do Brasil e fundador da «Assistência de Proteção aos Encarcerados» (APAC) de Itaúna, em Minas Gerais.

O projeto APAC visa disseminar metodologia inovadora de ressocialização de prisioneiros, que se propõe a recuperar o preso, proteger a sociedade, socorrer as vítimas e promover a justiça restaurativa...

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Pe. DANIELE MOSCHETTI - Testemunho

«Os missionários costumam contar a sua vida, passada principalmente na periferia e ao lado dos pobres»... «Assim é o testemunho do padre Daniele Moschetti, missionário comboniano — continuou o Papa Bergoglio na introdução do livro «Sud Sudan. Il lungo e sofferto cammino verso pace giustizia e dignità» (Viareggio, Dissensi, 2017, 250 páginas)....

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Servir com alegria nas periferias- PE JOSÉ MANUEL

O P.e José Manuel Guerra Brites, missionário comboniano português, natural de Torres Novas em sussuarana, S.Salvador da Baía.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Comboniano nomeado Bispo auxiliar na África Central

O Vaticano anunciou na terça-feira, 11 de julho, que o Santo Padre nomeou o padre Jesús Ruiz Molina bispo auxiliar de Bangassou.

O P. Jesús tem 58 anos e era até agora pároco de Moungoumba e coordenador diocesano da pastoral de catequese na diocese centro-africana de M’Baiki.

Nasceu em La Cueva de Roa, Burgos e foi ordenado em 1987.

Trabalhou em Espanha (animação missionária, formação e Leigos Missionários Combonianos-LMC), Chade (pároco e provincial) e República Centro-Africana (pároco, coordenador de pastoral e conselheiro provincial).

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pe.Alfonso Cigarini - 60 anos de sacerdote

VISEU - MAIO DE 2014

Estimados Amigos, sou um ex-aluno Comboniano, sou português, sou amigo do Padre Alfonso Cigarini, que está em S.José do Rio Preto, também sou amigo do P.Xico Lenzi e do P.Carlos Naldi, na passada Quinta Feira, dia 15 de Junho o P. Alfonso celebrou 60 anos de Sacerdote, é uma singela homenagem que eu lhe quero prestar aqui e, partilhar com todos vós, uma vez que no próprio dia, a fiz chegar ao mesmo, a qual foi lida pelo actual superior da Comunidade Comboniana de S. José de Rio Preto - Brasil ( Padre Xico Lenzi), ( Casa de Repouso )
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Tu és Sacerdote para Sempre
Quinta Feira (15), é comemorado os 60 anos de ordenação sacerdotal de Padre Afonso Cigarini, actualmente em S.José de Rio Preto – Brasil ( casa de repouso ).
“O homem é do tamanho do seu sonho” disse um filósofo grego; isto se aplica ao Padre Alfonso Cigarini.
A seis meses de completar 92 anos de vida, e há 50 anos que o vejo sonhar grande, não por orgulho ou vaidade, mas por amor a Deus e às almas. Não faltou jamais em sua vida, um dia sequer, o amor apaixonado ao Senhor Eucarístico; à sua Mãe Santíssima, e a devoção aos Anjos e Santos.
Nosso querido Padre Afonso, teve a ousadia e felicidade de ensinar há Igreja que é possível realizar a Obra de Deus com generosa doação.
Vive o espírito de Comboni, como ninguém, ainda apesar da sua idade fala na Ásia, tendo travado uma luta sem tréguas, para o deixarem partir para a Missão
Conheço-o desde Viseu, ano de 1966, sempre com a mesma dedicação, o mesmo ardor, a mesma vontade de servir a Deus e aos homens.
Estive com ele em Uruçui-Piauí, Nordeste do Brasil, ao tempo construía-se a nova Igreja Matriz, Seu nome ficará perpetuado naquela terra, para sempre.
“Se tu creres, verás a glória de Deus” (Jo 11,40). Por causa da fé deste Homem, nós a vimos e estamos vendo a cada dia.
Entre muitas qualidades desse gigante de Deus, gostaríamos de destacar sua fé inabalável, operativa, dom do Espírito; o seu amor apaixonado por Sua santa Palavra, a confiança depositada em quem trabalha com ele, a bondade e experiência do seu coração de Pai, o desprendimento total de si mesmo, o grande amor a Deus e a todos, e sobretudo o imenso zelo apostólico que o devora.
O que a Igreja liga na terra, Deus liga no céu (cf. Mt 16, 16; 18,18). Assim, Padre Afonso Cigarini, não seremos apenas nós aqui na Terra a celebrar, mas também o Céu. Haverá júbilo no Céu entre os Anjos de Deus. E na presença deles a Virgem Mãe de Deus e dos Homens. Os Santos cantarão louvores a Deus por sua vida e por seu fecundo sacerdócio de 60 anos.
Muita Paz, Saúde, Força e muitos anos de vida, ao nosso querido Padre Afonso Cigarini, Pastor, Padre, Missionário e Amigo.
( Ulisses Pereira)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Faleceu o P.e Rogério de Sousa

"No dia 24 de junho, faleceu o missionário comboniano português P.e Rogério Artur de Sousa. Tinha 84 anos. Natural de Sargaçais, Aguiar da Beira. Hoje de manhã realizou-se a missa exequial no Seminário das Missões de Viseu. O funeral está marcado para hoje, às 15h00, em Souto de Aguiar.

O P.e Rogério foi o primeiro padre comboniano português. Depois de ter feito o seu noviciado e a Teologia em Itália, foi ordenado pelo bispo D. José da Cruz Moreira Pinto, na Igreja do Seminário das Missões, em Viseu a 27 de julho de 1958 (onze anos depois da chegada dos Combonianos a Portugal e à diocese viseense).

De 1960 foi destinado a Moçambique, onde ficou dois anos. Regressou a Portugal e fez parte da redação da revista Além-Mar em 1963 e 1964. Voltou a Moçambique em 1967 e permaneceu lá vinte anos, interrompidos apenas com a ordem de expulsão daquele país em 13 de abril de 1974, mas a que pôde voltar logo após a revolução do dia 25 desse mês. Regressado a Portugal, fez parte de várias comunidades combonianas no nosso país. Encontrava-se atualmente em Viseu.

Agradecemos a Deus pela vida do P.e Rogério, inteiramente dedicada à missão, e encomendámo-lo e a sua família à solidariedade da vossa oração."

Em nome da AAAC apresentamos sentidas condolências à família e enviamos um abraço de solidariedade ao Pe. José de Sousa.
A DIREÇÃO

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Pe. MANUEL AUGUSTO : A reconfiguração do Instituto à luz da nossa história

O P. Manuel Augusto Lopes Ferreira, comboniano português, apresentou o tema “A reconfiguração do Instituto à luz da nossa história” durante o Simpósio dos 150 anos da fundação do Instituto dos Missionários Combonianos, que se realizou de 26 de Maio a 1 de Junho, na Casa Generalícia, em Roma.

A reflexão, diz o P. Manuel Augusto, pretende fazer um percurso histórico, “para ver como o nosso percurso desde a fundação até hoje nos pode iluminar na tarefa da configuração que temos de fazer no presente”.

Para ver AQUI.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Combonianos 70 anos em Portugal: Os primeiros passos

Estava em Viseu um só comboniano italiano, o Pe. João Cotta, desde 22 de Abril de 1947. Com a chegada, a 3 de Novembro daquele ano, de mais três sacerdotes, os combonianos formaram a primeira comunidade em Viseu. Eram todos padres: João Cotta, Ézio Imoli, Ângelo La Salandra e Rino Carlesi.

Dias depois, o bispo senhor Dom José da Cruz Moreira Pinto nomeou-os para trabalhar nas paróquias de Mangualde (P.e Ezio Imoli), Bodiosa (P.e Rino Carlesi) e Canas de Sabugosa (P.e Ângelo La Salandra).

O P. Rino Carlesi, que viria a ser bispo de Balsas, no Brasil, descreveu as primeiras ações apostólicas na diocese de Viseu: «Conheci e fiz amizade com todos os padres de Viseu e redondezas, por causa dos funerais, da pregação, das festas religiosas. Foi o começo da minha vida de cigano, de animação missionária nas paróquias. Depois o senhor bispo levou-me, como seu missionário, para pregar ao povo nas visitas pastorais. Fui pescador de vocações e pregador de missões.»

Em Janeiro de 1948 o grupo alugou uma casa em Viseu e começa a arranjar-se a casa do caseiro.

O segundo grupo de combonianos italianos (um sacerdote e dois Irmãos construtores) veio em Março de 1948.

Passaram pelo Seminário Menor de Fornos de Algodres. No diário da viagem deixaram a seguinte impressão: «Ajoelhámo-nos aos pés da imagem de S. José, no claustro interno do Seminário sentindo tantos motivos para agradecer; pensámos nos nossos futuros seminaristas e agradecemos a S. José por nos ter trazido a esta terra tão rica de vocações.»

A 14 de março, na igreja matriz da paróquia de Ranhados (à qual pertencia a quinta onde se instalaram os combonianos), a chegada deste grupo foi celebrada festivamente com uma eucaristia. Os Combonianos cedo se inseriam na sua comunidade paroquial.

A 1 de junho de 1948 foi lançada a primeira pedra da casa (hoje «casa velha»), com técnicas muito avançadas. O edifício está pronto a habitar em 28 de Junho de 1949. Menos de dois meses depois, a 14 de Agosto, é inaugurada a primeira capela.

Nessa altura, a 27 de Fevereiro de 1949, o P.e João Cotta, que fizera «milagres», com o grande apoio do Bispo de Viseu, D. José da Cruz Moreira Pinto, nos 22 meses em que nesta diocese permaneceu, de 23 de abril de 1947 a 27 de fevereiro de 1949, já havia partido para a Inglaterra.

Em Maio daquele ano, durante a Semana Nacional das Missões, são distribuídos pela diocese 250 cartazes que dão a conhecer o futuro Seminário das Missões e o Instituto Comboniano. Estavam decorridos dois anos cinco meses e dezassete dias depois da chegada do P. João Cotta a Viseu…

A 10 de Outubro daquele ano de 1949, e após uma semana de estágio em Setembro, iniciava-se o 1º ano letivo no Seminário das Missões com 16 alunos no primeiro ano e um no 5º ano, vindo do Seminário Diocesano.

Se no final de 1952 o Seminário atual já estava construído, só em 11 de Dezembro de 1955, ao terminar da nova Capela, foi considerado completo, oito anos sete meses e dezanove dias depois da chegada do primeiro comboniano a Viseu.

Os primeiros combonianos portugueses

Os primeiros sacerdotes combonianos portugueses, tinham passado pelo Seminário Diocesano.

O P. Rogério Artur de Sousa, natural de Sargaçais, Soito, Aguiar da Beira, que, depois de ter feito o seu noviciado e a teologia em Itália, foi ordenado pelo Senhor D. José da Cruz Moreira Pinto , na Igreja do Seminário das Missões em Viseu a 27 de Julho de 1958.

O P. Ramiro Loureira da Cruz, natural de Barbeita, Rio de Loba, Viseu, fez também o noviciado e teologia em Itália e foi ordenado sacerdote na Catedral de Milão pelo Cardeal Montini (futuro Beato Paulo VI) a 14 de Março de 1959.

O primeiro Irmão Missionário Comboniano Português foi o Irmão António Martins, natural de Cepões, Viseu, que fez a sua Profissão perpétua em VN de Famalicão a 9 de Setembro de 1960.

Ao longo destes 70 anos a diocese deu muitas vocações aos missionários combonianos.

Prof. Valente

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Sudão do Sul: Diploma de mérito para médico comboniano 24 de Novembro de 2016

"No passado domingo, 20 de novembro, o Irmão Rosario Iannetti, médico comboniano, recebeu um diploma de mérito, pelos serviços prestados ao longo dos anos, no Hospital de Mapuordit.

A equipa do Hospital de Mapuordit organizou uma cerimónia de despedida ao médico comboniano, que durante 15 anos foi director daquela instituição hospitalar."

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Comboniano nomeado bispo da diocese de Tarma (Peru) 26 de Outubro de 2016

O Santo Padre nomeou bispo da diocese de Tarma, no Peru, o P. Luis Alberto Barrera Pacheco, missionário comboniano, que, desde 2011, desempenhava as funções de superior provincial da Província comboniana do Peru e Chile e, desde 2012, vice-presidente da Conferência dos Superiores Maiores dos Religiosos do Peru. O P. Luis Alberto, 50 anos, nasceu em Gorgor, Cajatambo, diocese de Huacho, sufragânea da arquidiocese de Lima. A diocese de Tarma, em 2010, contava 554.000 batizados de 652.000 habitantes.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pe. Giuseppe Brunelli - CONNOSCO EM VISEU...

A todos os antigos alunos combonianos reunidos em Viseu: um grande abraço e muitas saudades. P.Bruno (Giuseppe Brunelli) desde Lucca, Italia. Na foto estou com minha irmà Anna e P.Antònio Patanè, animador da nossa comunidade de Lucca. Ciao. Bruno. Se passarem por aqui apitem e serào bem recebidos.

UM GRANDE ABRAÇO PARA O PE. BRUNO....